Experiência:
6 anos
Língua:
PT
Certificados:
1
Solicitou:
Administração
Distrito:
Copacabana
Online:
R$ 200
Pessoalmente:
R$ 200
Duração:
50 min.
O endereço exato da sua sessão presencial pode ser combinado no chat com o psicólogo 🤝
Endereço Rio de Janeiro, Rua Constante Ramos, 44
Distrito Copacabana
Endereço Rio de Janeiro, Avenida Afrânio de Melo Franco, 135
Distrito Zona Sul, Leblon
Sou psicóloga, formada pela Uniabeu em 2022, e atuo clinicamente desde a pandemia, quando ainda estava na graduação. Ao longo desses seis anos de atuação, já acompanhei mais de 350 pessoas, com experiência principalmente no atendimento de mulheres e também do público LGBTQIAPN+. Minha prática é orientada pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem na qual me especializei.
Minha escolha por trabalhar com mulheres sobrecarregadas também atravessa a minha própria história. Enquanto supervisionava uma equipe de dez pessoas no IBGE, cuidando da gestão, distribuição e acompanhamento de tarefas, metas e treinamentos, eu também mantinha dois outros empregos. Eu vivia em função do trabalho e cheguei a um ponto em que a sobrecarga se transformou em burnout e até em perda da fala. Foi vivendo esse limite que entendi, na prática, que o problema nem sempre é falta de organização. Às vezes, é a forma como aprendemos a nos relacionar com responsabilidade, produtividade e com a ideia de que precisamos dar conta de tudo.
Desde então, venho aprofundando minha formação em temas como ansiedade, burnout e sobrecarga, além da pós-graduação em Neuropsicologia. Mantenho uma rotina de estudos, leituras, cursos, supervisão e discussão de casos clínicos para aprimorar continuamente meu trabalho.
Na terapia, não acredito que a sessão deva existir isolada do restante da vida. Trabalho para que aquilo que é compreendido e construído em sessão acompanhe a paciente para o seu cotidiano. Por isso, utilizo recursos da TCC, proponho experiências práticas e acompanho cada passo na direção dos objetivos que ela deseja alcançar.
Também acredito que acolher não significa concordar com tudo. Em alguns momentos, é preciso confrontar pensamentos, comportamentos e escolhas que mantêm a própria sobrecarga. Faço isso com acolhimento, mas sem deixar de dizer aquilo que talvez ela não queira ouvir, mas precisa perceber.
Não acredito em uma terapia que força uma evolução ou em uma fórmula pronta para uma vida mais leve. Cada mulher tem seu ritmo, sua história e suas circunstâncias. Mas também precisa estar disposta a participar da própria mudança.
Hoje, meu trabalho é ajudar mulheres líderes e empreendedoras a compreenderem por que vivem tentando dar conta de tudo e a construírem uma relação diferente com responsabilidade, produtividade, descanso e consigo mesmas. Porque eu conheço esse lugar por dentro, mas também sei que é possível sair dele.
A terapia não termina quando a sessão acaba
Você pode passar 50 minutos falando sobre tudo o que está acontecendo, entender algumas coisas e até sair se sentindo melhor. Mas aí fecha o computador, volta para o trabalho, para a casa, para as responsabilidades… e a vida continua pedindo que você dê conta de tudo.
É por isso que não acredito em uma psicoterapia que fica restrita ao que acontece durante a sessão.
Na terapia comigo, usamos a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) para entender como seus pensamentos, emoções e comportamentos estão relacionados ao que você vive hoje. A partir disso, construímos juntas novas formas de lidar com situações que alimentam a ansiedade, a sobrecarga, a autocobrança e a dificuldade de desacelerar.
Eu não fico apenas ouvindo enquanto você conta o que aconteceu. Faço perguntas, confronto padrões quando necessário, explico o que está acontecendo e proponho experiências práticas para você levar para a vida real.
Porque entender que você precisa descansar é diferente de conseguir descansar sem culpa. Saber que precisa delegar é diferente de conseguir soltar o controle. E perceber que está sobrecarregada é diferente de aprender a viver de outra maneira.
Por isso, cada objetivo terapêutico precisa sair da sessão e encontrar espaço na sua rotina.
Meu trabalho é acompanhar você nesse processo: compreender por que você funciona dessa forma, identificar o que mantém esses padrões e construir, no seu ritmo, mudanças que sejam possíveis de sustentar na vida real.
E sim, eu vou acolher você. Mas acolhimento, para mim, não significa passar a mão na cabeça. Às vezes, você vai ouvir na terapia aquilo que não queria ouvir, mas precisava perceber.
A psicoterapia para mulheres sobrecarregadas não deveria ser mais uma obrigação na sua agenda. Ela precisa ser um espaço para você entender a si mesma e começar a construir uma vida em que ser competente, responsável e excelente não signifique viver exausta.
Eu já fui a mulher que achava que dava para resolver tudo.
Trabalhava, acumulava responsabilidades e continuava seguindo, porque parar parecia impossível. Até que meu corpo chegou antes de mim. Vivi um burnout e cheguei ao ponto de perder a fala.
Foi na terapia que comecei a entender que o problema não era eu ser competente, ambiciosa ou gostar do meu trabalho. O problema era ter aprendido a funcionar como se eu precisasse dar conta de tudo o tempo inteiro.
Aprendi que descansar não diminui minha competência. Que pedir ajuda não significa incapacidade. Que colocar limites não me torna menos responsável. E que cuidar de mim não deveria ser o prêmio depois de resolver tudo.
Hoje, isso também atravessa meu trabalho como psicóloga. Eu não quero ensinar mulheres a fazer menos por fazer menos. Quero ajudá-las a construir uma vida em que possam continuar sendo excelentes sem precisar viver no limite para provar que dão conta.
Você não precisa carregar tudo sozinha para ser uma excelente profissional.
Fora do consultório, gosto de estar perto de quem amo. Passo bastante tempo com meu esposo, minha família e o Rex, que provavelmente diria que o verdadeiro hobby da casa é ele.
Amo viajar, conhecer lugares novos e descobrir uma cafeteria gostosa pelo caminho. Um cappuccino, uma conversa sem pressa e um lugar bonito já fazem meu dia.
Também gosto de filmes, séries e daqueles momentos em que posso simplesmente descansar, sem precisar estar produzindo ou resolvendo alguma coisa.
E continuo estudando Psicologia, comportamento e desenvolvimento humano porque gosto genuinamente de aprender e entender pessoas.
No fim, gosto dessas pequenas coisas que fazem a vida acontecer: viajar, tomar um café, estar com quem amo, conhecer lugares novos e também ter momentos em que não preciso fazer absolutamente nada.
Sou formada em Psicologia pelo Centro Universitário Uniabeu e pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).
Também tenho formação aprofundada em Terapia Cognitivo-Comportamental aplicada à ansiedade e cursos de aprofundamento em ansiedade, burnout e sobrecarga.
Atualmente, estou concluindo minha pós-graduação em Neuropsicologia e mantenho uma rotina contínua de estudos, supervisão e discussão de casos clínicos.
Minha formação acompanha aquilo que também acredito na prática: conhecimento técnico importa, mas precisa estar a serviço de uma psicoterapia que faça sentido para a vida real.
Minha formação continuada é direcionada principalmente à compreensão e ao manejo de questões que aparecem com frequência na minha prática clínica:
* Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
* Ansiedade e transtornos relacionados
* Burnout, estresse ocupacional e sobrecarga
* Saúde mental da mulher
* Avaliação e intervenção clínica baseada em evidências
* Psicologia Clínica e atualização profissional por meio de congressos, workshops, cursos e estudos contínuos
A Gleyce é uma excelente profissional, atenciosa, ética e muito acolhedora. Cheguei me sentido esgotada do trabalho, quase em burnout, e ela conseguiu me ajudar, sessão após sessão me senti mais confiante, sabendo o que era problema meu e o que era do outro e, assim consegui sair do esgotamento mental e viver com mais qualidade.
Cheguei completamente desgastada na terapia, eu sou micro empreendedora, tive um burnout porque não conseguia deixar a minha equipe trabalhar e sempre achava que podia dar conta de tudo sozinha. Foi na terapia que eu descobri o motivo de me sentir assim, hoje a minha empresa evoluiu, eu recebo mais, e trabalho e vivo com qualidade.
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